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terça-feira, 28 de julho de 2015

Policiais Civis do 7º. DP de Campinas recuperam protótipo de celular avaliado em R$ 40 milhões e prendem uma pessoa.

Uma pessoa foi presa em Campinas após tentar vender aparelho na internet.
Sony afirma que tomou conhecimento do fato e está acompanhando o caso.

Do G1 Campinas e Região
Protótipo de celular recuperado em Campinas (SP) (Foto: Divulgação/ Deinter 2)

Um protótipo de um celular da Sony foi recuperado pela Polícia Civil, em Campinas (SP). O aparelho foi furtado no dia 17 de julho de uma empresa de certificação, no distrito de Barão Geraldo. O equipamento foi localizado pelos policiais na segunda-feira (28) e uma pessoa foi presa em flagrante por receptação qualificada.

De acordo com o delegado Luiz Antônio Correia da Silva, que investiga o caso, após a empresa de certificação fazer o boletim de ocorrência, os policiais descobriram nas redes sociais uma página de venda e troca de aparelhos anunciando o equipamento furtado. Ainda segundo a polícia, o protótipo teria custado R$ 40 milhões.
Possíveis compradores

"Nós começamos a pesquisar e achamos a página no Facebook, aí entramos como se a gente fosse comprar o aparelho. Marcamos em uma lanchonete de Barão Geraldo. Ele foi até lá, levou o aparelho e nós prendemos o suspeito em flagrante por receptação", explica o delegado.

Silva disse ainda que a empresa de certificação afirmou que o protótipo não está disponível no mercado. "A preocupação era porque é um lançamento da Sony e esse celular [protótipo] nem tem no mercado ainda. Eles disseram que o celular [quando pronto] deve sair no comércio por R$ 3 mil", destaca.

Sem câmera de segurança

Segundo o delegado, não havia câmeras de segurança no local onde o aparelho estava guardado. "Tem só controle de quem entra. Terceirizados também têm acesso. Tem um relatório de todo mundo que entrou lá, mas são muitas pessoas. O aparelho não tinha rastreador", detalha.

Silva disse ao G1 que a investigação agora segue para tentar descobrir quem furtou o equipamento da empresa. "Ainda não pegamos quem furtou, pegamos o receptador, que não é a mesma pessoa. O preso alegou que comprou de uma outra pessoa. Ele colocou à venda um produto que ele sabia que era furtado. Ele não tinha nota", explica.

Em nota, a divisão mobile da Sony no Brasil informa que recentemente tomou conhecimento do ocorrido por meio da empresa de certificação e afirma que está acompanhando o caso.

fonte: g1.globo.com

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